Bioequivalência

Os estudos de bioequivalência demonstram se dois medicamentos apresentam biodisponibilidades equivalentes quando estudados sob um mesmo desenho experimental. Na prática, comparam a velocidade e a extensão da absorção do medicamento teste em relação ao medicamento comparador, com base em parâmetros farmacocinéticos como a concentração máxima (Cmáx) e a área sob a curva (ASC). Os resultados compõem dossiês de registro e pós-registro de medicamentos genéricos, similares, novos e inovadores.

No ephar bio, as etapas clínica, analítica e estatística são conduzidas em uma única operação, do desenho do protocolo ao relatório final. Essa integração reduz interfaces entre fornecedores, preserva a rastreabilidade dos dados e oferece ao patrocinador um ponto único de contato durante todo o estudo.

Por que conduzir seu estudo no ephar bio?

Operação integrada: etapas clínica, analítica e estatística sob a mesma gestão, com fluxo contínuo de informações;
Experiência técnica: equipe com longa trajetória em estudos de bioequivalência e biodisponibilidade relativa;
Estrutura clínica própria: Unidade Clínica em Pouso Alegre, com equipe dedicada ao cuidado e à segurança dos participantes de pesquisa;
Rastreabilidade: controle dos dados em todas as fases, do recrutamento ao relatório final;
Suporte regulatório: acompanhamento do estudo desde a submissão ao Comitê de Ética em Pesquisa até a entrega do dossiê;

Perguntas frequentes :

Para que serve um estudo de bioequivalência?

É utilizado para demonstrar o desempenho de medicamentos genéricos ou similares em relação ao medicamento de referência, apoiando seu processo de registro e intercambialidade.

O processo pode envolver equivalência farmacêutica e perfil de dissolução comparativo, etapa clínica, etapa analítica/bioanalítica, análise estatística e elaboração do relatório final.

Na etapa clínica são realizados procedimentos como triagem, acompanhamento dos participantes e coletas de amostras conforme o protocolo. Na etapa analítica, métodos bioanalíticos são utilizados para quantificar o fármaco nas amostras coletadas, gerando os dados necessários para a avaliação farmacocinética.

Sim. O ephar bio informa que oferece suporte na submissão ética, organização da documentação e estruturação dos dossiês relacionados aos estudos.