Estudo de Compatibilidade – Fármaco x Excipiente

O Estudo de Compatibilidade entre Fármaco e Excipiente é uma etapa essencial no desenvolvimento de medicamentos, pois permite identificar possíveis interações físicas e químicas entre o Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) e os excipientes utilizados na formulação. Essa avaliação é fundamental para garantir a estabilidade, a segurança, a eficácia e o desempenho do medicamento durante todo o seu ciclo de vida.

 

A EPHAR realiza estudos de compatibilidade utilizando técnicas analíticas avançadas que permitem detectar alterações na composição e no comportamento dos materiais antes mesmo do início da produção em escala industrial. Dessa forma, é possível selecionar os excipientes mais adequados para cada formulação, reduzindo riscos de incompatibilidade e aumentando a confiabilidade do desenvolvimento farmacêutico.

Os estudos são conduzidos por meio de técnicas de análise térmica, como Calorimetria Exploratória Diferencial (DSC) e Análise Termogravimétrica (TG), além da Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR). Essas metodologias permitem identificar alterações térmicas, degradações, reações químicas e mudanças estruturais que possam comprometer a qualidade do produto.

Além da compatibilidade entre o IFA e os excipientes, a EPHAR também realiza estudos para avaliar a interação entre o produto acabado e os materiais de embalagem, contribuindo para a escolha de embalagens mais seguras e adequadas.

O que é avaliado no estudo?

Compatibilidade entre o IFA e os excipientes;
Possíveis interações físicas e químicas da formulação;
Influência sobre a estabilidade do medicamento;
Impacto na solubilidade e na liberação do princípio ativo;
Alterações que possam comprometer a eficácia do produto;
Compatibilidade entre o produto acabado e o material de embalagem.

Técnicas utilizadas

DSC (Calorimetria Exploratória Diferencial).
TG (Análise Termogravimétrica).
FTIR (Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier).

Importânciado estudo de compatibilidade

Identifica incompatibilidades antes da fabricação em escala;
Auxilia na seleção dos excipientes mais adequados;
Aumenta a estabilidade e a vida útil do medicamento;
Reduz riscos de degradação e perda de eficácia;
Fornece suporte técnico para processos regulatórios e controle de qualidade;
Contribui para o desenvolvimento de formulações mais seguras.
Diminui retrabalhos e custos durante o desenvolvimento.

Por que realizar um estudo de compatibilidade?

Mesmo quando cada componente apresenta qualidade comprovada individualmente, a combinação entre o IFA e os excipientes pode gerar interações indesejadas que afetam o desempenho do medicamento. O estudo de compatibilidade permite identificar esses riscos antecipadamente, tornando o desenvolvimento mais seguro, eficiente e alinhado às exigências regulatórias.

Perguntas frequentes :

O que é um estudo de compatibilidade entre fármaco e excipiente?

É um estudo que avalia se o insumo farmacêutico ativo (IFA) e os excipientes podem interagir entre si de forma a comprometer a estabilidade, a qualidade ou a eficácia do medicamento.

A EPHAR utiliza técnicas como DSC (Calorimetria Exploratória Diferencial), TG (Análise Termogravimétrica) e FTIR (Espectroscopia no Infravermelho por Transformada de Fourier) para avaliar possíveis incompatibilidades.

O estudo ajuda a selecionar os excipientes mais compatíveis com o princípio ativo, reduzindo riscos de degradação, aumentando a estabilidade da formulação e melhorando o desempenho do medicamento.

Sim. Além da compatibilidade entre IFA e excipientes, a EPHAR também avalia a interação entre o produto acabado e os materiais de embalagem, contribuindo para a segurança e a conservação do medicamento.

O serviço é indicado para indústrias farmacêuticas, empresas de pesquisa e desenvolvimento e fabricantes que desejam desenvolver novas formulações ou otimizar produtos já existentes.